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29.7.03

temos pena 

Temos pena Sr

Nada há a fazer. Deixemos morrer as árvores que têm tanto de anos como de ramos. O Homem só pensa em si... será? Serão as pessoas assim tão pequenas para pensar que, ao atearem fogo em alguma parte, ao inconscientemente provocarem um incêndio comsciente, estão a fazer bem a elas próprias?

Tenho pena, também!

Debate-se a política com os grandes interesses económicos. Diminui-se a área protegida num lado para se aumentar do outro. Talvez tenha menos interesse natural, é verdade, mas o outro tem mais interesse financeiro.

Também, uma coisa é verdade. As pessoas não respeitam nada, para que é que se há-de criar regras especiais que não há forma de controlar? E não há nada que dê mais prazer que ultrapassar as barreiras das regras.

Que se lixe! Deixem morrer!

Como alguém brilhante uma vez disse... a melhor forma de se evitarem os incêndios florestais, seria destruir as florestas. (Bush)

Assunto resolvido!


queimam-se almas 

todos os anos a mesma coisa:
notícias correm como lebres nos canais nacionais a anunciar: milhares de hectares de almas a serem desvastadas pelas chamas. A alma é parte da nossa vida, e bocados pequenos, muitos, grandes, morrem todos os anos. Mata-se a alma humana por muitas vezes ser ela a gentil assassina dos hectares que aquecem o horizonte.
Não gosto muito de ver essas notícias. Sinto parte de mim a queimar-se.
Será que nunca mais as coisas mudam?


28.7.03

O Homem e os outros Animais... problemas de direitos 

Fiquei um pouco desiludido com o senhor Al por se ter mostrado "cansado" de uma discussão que comecei nos seus posts em que ele comentou uma mensagem da papoila sobre a tourada. Desiludido porque ainda não consegui encontrar ninguem apoiante das touradas qual o significado da tourada, porque é que dizem que adoram o toiro e depois o esventram em público...

Curioso também uma coisa... falam muito dos argumentos que alguns defensores dos animais dão, do género "então vamos recuperar os circos romanos" ou "vamos voltar a queimar as pessoas na praça pública", mas depois apresentam outros, e passo a transcrever:

"seguindo a sua sui generis linha de raciocínio, seria forçado a perguntar-lhe se as formiguinhas que o senhor esmaga (decerto involuntariamente, mas sem remorso) enquanto anda, não possuirão também uma superior forma de inteligência."

"Aproveitem o tempo a comer os vossos franguinhos assados, abatidos com duas semanas de vida, ou uma bela sapateira cozida viva, e afastem-se prudentemente de matadouros e afins, porque - e desculpem-me outro aforismo (ou o mesmo de cima, mas por outras palavras) - "o que os olhos não vêem, o coração não sente"!"

Afinal... qual acaba por ser a diferença entre uns argumentos (acusações) e outros? Não a consigo encontrar! Talvez me consigam ajudar!


26.7.03

Ele há cada paraíso... 

Gostava eu que na vida também fosse assim: Ia ver um jogo de futebol, faltava à escola ou ao trabalho e, quando fosse justificar a falta, ou era honesto ou dizia que tinha ido fazer uns trabalhinhos políticos. O patrão ou professor ficariam então maravilhados com a minha actuação, e diriam "desta vez passa"... e recebia por inteiro!

Este país é mesmo bonzinho. Quem tem poder escapa sempre, de uma forma ou outra! Até aquele que foi ao jogo e disse que eram "afazeres políticos", ficou ilibado do tribunal das faltas. Se não se soubesse, era uma coisa... mas até os jornais falam nisso!

Às vezes sinto-me feliz por viver num estado de direito como é o nosso. Casas para quem não trabalha e não quer trabalhar, subsidios para entidades fantasma, assembleia da républica (e não república... faz de conta que o u é a carroça e o ´ os bois) para uma soneca ou ler o jornal... até já amnistiamos as faltas dos deputados! Se há paraísos fiscais, também há paraísos para os que nada querem fazer...


24.7.03

Porquê outra alimentação? 

Numa altura em que cada vez mais a saúde toma interesse mediático pelas piores razões, torna-se imperioso mostrar às pessoas que existem alternativas viáveis e mais saudáveis. Tanto na alimentação como noutros campos.

A indústria da criação intensiva de animais tornou-se altamente problemática para o Ambiente e para a saúde, e agora começamos a dar conta disso. As linhas de água são poluidas, os recursos vão-se esgotando rapidamente, as condições em que os animais se encontram são deploráveis, para além de serem artificialmente criados. E a saúde do consumidor vai decaindo...

A cultura intensiva de produtos agrícolas afasta-se cada vez mais da Natureza, destruindo os solos, quebrando as ligações ecológicas no ecosistema, dizimando florestas e bosques. Começamos a alimentar-nos sempre dos mesmos cereais, sempre da mesma maneira. Tornamos um prazer de sabores numa monotonia diária, e a saúde das pessoas vai piorando...

Recorremos a químicos quando nos doi a cabeça; aplicamos cremes para
as dores corporais, quando já os nossos avós sabiam que muitas plantas têm poder curativo...

Somos contantemente aliciados a usar produtos descartáveis, de
consumo imediato. Não sabemos a sua origem, nem como foram produzidos. Consumimos sem questionar e descartamo-nos do imenso lixo como se não fosse nossa responsabilidade...

O Homem cada vez mais se afasta da Natureza, esquecendo-se que faz
parte dela. Naturalmente podemos fazer frente a grande parte dos problemas que enfrentamos diariamente. E uma das bases para o bem estar saudável é a nossa alimentação. Abandonar alimentos artificiais, optando por uma alimentação mais harmoniosa com o nosso ser é, de facto, o passo mais importante para uma verdadeira melhoria da nossa saúde.

Comer melhor e procurar uma harmonização com a mente, o corpo e o espírito, respeitando-nos a nós e ao Mundo é o objectivo!

Respeitem-se... tentem estar o mais próximos possível do nosso ser... valerá a pena deixarmos as preocupações com a saúde para depois... quando os problemas aparecerem?

Fica a dica



00:14 (no meu, claro)... mais um dia que começa! Curioso isto das horas... é meia-noite. ponto final. o dia tem 24 horas, e é assim! As coisas que inventamos para nos orientarmos...

Lembrei-me que ainda não agradeci à papoila por me ter trazido para a blogoesfera. Fica então aqui o agradecimento! Uma papoila que conheci nas andanças dos direitos dos animais... sim, eles têm direitos! SIM... merecem o nosso respeito!

Não... por acaso não os como...

Deixo-vos aqui uma dica vegetariana para experimentarem em casa... façam uma soja à braz, utilizando o famoso granulado de soja! A única coisa é que têm de compensar um pouco o sal pois a soja, ao contrário do bacalhau, não o tem... bom apetite!


23.7.03

Curioso ver como às vezes estamos tão moles sem qq razão aparente. Apetece-nos fazer algo, mas ao mesmo tempo temos a sensação inversa!
É do sono! Só pode ser! Esse sacaninha, por vezes, dá-nos cabo da paciência!
Mas tenho tanto para fazer... não posso ir dormir! Durmo logo.
Mas entretanto fico aqui, às voltas, a apetecer mas a não fazer! Vai dar ao mesmo, não? Talvez!
Mas não posso dormir... tenho muito para fazer...


22.7.03

Hoje estou cansado!

Longas viagens, eternas mudanças... de espaço e alguns corações...

Boa noite


21.7.03

Sintam o que se passa à vossa volta! Uma resma de gente com blogs... e eu só agora tomei contacto com esta realidade. Bom, verdade seja dita, estive um pouco longe da realidade verdadeira. Estive três anos numa Universidade, o que pode criar alguns conflitos interiores, pois é um mundo irreal. Melhor... surreal! Só pode! É o ensino... não pode ser uma realidade real... ou é?

Umas simples ideias dadas por alguns que já foram estudantes, e que agora se mantêm fechados naquilo que aprenderam, um dia (às vezes há mais de 50 anos)... e agora querem impingir o que não lembra nem ao diabo, de uma forma que não motiva nem o mais carente cão em época de cio? Para uns destes (cães, diga-se), qualquer perna serve. Mas há umas que, por tantas regras e regrinhas, até ao excitado cão tiram a vontade...
Fui eu um desses! Quero uma perna que me dê prazer, que não se fique pela teoria!
Nunca mais isto muda, chiça!

Blogs... nomes curiosos! Ficarei eu fiel a esta moda "virtual"? Já tantos ficaram, não é?... e estão vivos, certo? Vamos então ver!

Um dica... agarrem-se a pernas que realmente vos dêm prazer. Não fodam só para dizerem que estiveram naquela (perna, claro) que é muito famosa, quais animais que se gabam pela quantidade e fama, e não pela qualidade!


As bactérias estão cá há mais tempo que nós. Queremos combate-las, mas elas mutam-se e tornam-se resistentes! Já de pouco nos valem os antibioticos. Venham ver! A tuberculose anda aí outra vez! Já cá esteve, em longos (ou curtos) e apaixonados casamentos, até que a morte os separe, ou os leve juntos!
Este nosso mundo... pensamos que lhe tomamos a mão como queremos, e que o levamos para longe da montra dos brinquedos. Nós, sábios adultos, demoramos a perceber que não sabemos mexer em metade dos brinquedos que o nosso pequeno mundo tem. Trocamos cores e sabores da forma que nos apetece. Depois, um alka seltzer (ou lá como se escreve) para aliviar a acidez do que, sabia e inconscientemente, pensámos ser o melhor para todos.
Homo Sapiens Sapiens afinal, na sua ignorância, tão igual aos que nem Homo nem Sapiens...


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